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quinta-feira, 27 de março de 2014

É um vídeo antigo, produzido pela CNN em 2009. Porém, muito interessante e mostra o que o jornalista precisa ter.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Ser jornalista é uma honra, mas há seus desafios, principalmente se a pauta em questão é a guerra. Neste artigo mostro quatro imagens de jornalistas em perigo.

A segunda é uma montagem, mas retrata bem como é trabalhar a beira de um campo de futebol.

imagem de um jornalista sendo revistado
Repórter dentro do campo de futebol
repórteres fotografam enquanto jogam bombas
Repórteres são atacados

sexta-feira, 19 de julho de 2013

"Eric Arthur Blair (Motihari, 25 de Junho de 19031 – Londres, 21 de Janeiro de 1950), mais conhecido pelo pseudônimo George Orwell, foi um escritor e jornalista inglês. Sua obra é marcada por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita", é o que diz o Wikipédia sobre George Orwell.

Este cara determinou seis regras para a boa escrita. Confira!

1. Não use uma palavra longa se uma curta resolve.

2. Se der para tirar alguma palavra, tira.

3. Não use a voz passiva quando der pra usar a ativa.

4. Nunca use figuras de linguagem que você esteja acostumado a ler por aí. Elas viraram lugar-comum. Perderam a graça.

5. Não use um jargão quando você puder imaginar uma palavra do dia a dia. 
6. Quebre qualquer uma dessas regras antes de escrever algo que soe tosco

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Muitas pessoas acham que jornalismo se restringe ao trabalho do repórter e do apresentador. Mas o sucesso destes dois profissionais depende, e muito, da qualidade do pauteiro, mais conhecido como produtor.

Este cidadão desconhecido do público costuma, ou deveria ser, um dos mais experientes. A ele cabe a missão de encontrar, depurar e mastigar as principais notícias do dia. Os coitados precisam se matar para entregar aos repórteres e este passar para os consumidores.

A pauta está em todos os lugares. Apesar disto, é preciso ter olho clínico para encontrá-lo.

Qualquer pessoa sabe determinar que um fato inédito ou bizarro é notícia. Quantos internautas entregam gratuitamente informações sobre acidentes, assassinatos, ação da natureza para sites jornalísticos? Isto mostra que mesmo sem conhecimento específico, eles sabe que isto é informação. Afinal, eles consomem.

Mas estas coisas não acontecem com frequência que os pauteiros queriam. Além disso, é preciso preencher as páginas dos jornais impressos e virtuais, cumprir o horário reservado para o rádio jornalismo e televisivo.

Nestes momentos é se revela o bom pauteiro. Ele descobre em algo tão batido um fato inédito ou uma abordagem ainda não utilizada pelos concorrentes.

Um dos grandes pauteiros de Sergipe, o finado Cleomar Brandi, ensinou que um bom exercício para ser produtor de qualidade é escrever crônicas regularmente. Fica a dica!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Este blogueiro já trabalhou em três redações e em todas elas o plantão é um sacrifício.

Eu e os meus colegas queríamos matá-lo, mas isso é impossível.

O plantão consiste em trabalhar no sábado e domingo. Quando cumprido, o jornalista trabalha duas semanas seguidas.

E o que dizer de um plantão com feriado prolongado? Como no carnaval agora?

É uma loucura.

Mas os plantões costumam ser divertidos. Desde que seja planejado na sexta-feira.

Há um ano só fazendo esporte, não costumo ter dificuldades. Afinal, esportes acontecem no fim de semana.

Mas na véspera de carnaval, já sei que os desportistas estarão em seus blocos. Se divertindo.

Então é sexta-feira. Já sei que precisarei quebrar a cabeça para produzir os conteúdos. Quando isso acontece, o plantão fica looooooongo.

Mas vamos à luta!

 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Acompanhei uma conversa entre uns amigos em um restaurante de Aracaju. Eles falavam de muitas coisas. Entre os assuntos a informação dada por um jornalista de que um político havia batido na mulher. Até onde apurei, a notícia era verdadeira, mas o fato caiu em descrédito entre os amigos. Sabiam que o repórter em questão ganhava uns trocado do rival do agressor.

Eles não conheciam o termo técnico para esta prática: o jabá. Por sinal, este alimento fazia parte do cardápio dos amigos.

O jabá costuma ser salgado e este sal que conserva a carne bovina pode ser um problema para a saúde. Os amigos em questão, por exemplo,eram todos obesos e com problemas cardíacos. No meio jornalístico, o sal que faz engordar a conta do infrator também é responsável por estragar as artérias que levam o trabalho do jornalista a credibilidade.

Após a constatação de que o repórter era corrupto, os amigos deixaram o assunto de lado. Eles tinham em mente a seguinte lógica: se a agressão fosse verdadeira, a história seria alvo do canal rival. Pode até ser gostoso, mas o jabá leva o jornalista a lugar nenhum. Melhor, leva sim: para demissão. Nenhum patrão vai querer essa fama para seu jornal. A não ser que ele seja jabazeiro também.

A história em questão é fictícia. Qualquer semelhança é pura coincidência.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Toda torcida esperava o duelo Barcelona e Santo, Messi e Neymar. Falou-se muito no ótimo futebol praticado pelos clubes e nada do que se falou foi errado. Muito menos na superioridade do Barça e na possibilidade do Peixe tirar a taça do time espanhol. 

Mas futebol é no campo não na língua. O Santos não jogou seu futebol da Libertadores e o Barcelona jogou o que sempre joga. Resultado, excelente futebol contra futebol médio não tem como dar zebra. 

Se o Santos jogasse no primeiro tempo o que jogou no segundo não teria sido goleado. Perderia, mas não de quatro. 
 
Assisti ao jogo Real Madrid e Barcelona. O Real encarou o rival melhor que o Santos. E uma coisa tem que se aprender: não se pode perder gols como Santos e Real perderam. 

No fim, futebol não se joga fora do campo. Ganha quem toca melhor, marca melhor e, principalmente, quem acerta mais o gol.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Recentemente consegui ficar em segundo lugar no Prêmio Setransp deJornalismo. O concurso é realizado todos os anos e premia trêsreportagens de cada mídia sobre o trânsito na capital sergipana. Foiminha estreia nesses torneios jornalísticos, o que amplifica minhaconquista. 


Depois que você conquista um prêmio você percebe algumascaracterísticas dos jornalistas, pelo menos aqui em Aracaju. 

Comem muito 
A primeira coisa que você descobre é que jornalista come muito. Antesmesmos de ganhar o referido prêmio os colegas perguntavam: "onde seráa comemoração? Pizza ou churrasco?" 

Bebem muito 
Depois que se ganha a investida por comida é acrescida de bebida. "Jácomprou quantos litros de bebida? Não esquece do bebem aqui não viu?",intimam. 

Cheiram muito 
Os dias se passam e alguns deles quando te veem começam a insinuar:"que cheiro de churrasco bom rapaz! E essa bebida é redonda?" 

Ouvem muito 
"Soube por alguém que você deu uma baixa festa e não me convidou", lamentam. 

Ou seja, jornalistas são umas raposas dengosas. Raposas por seremartimanhazonas quando querem alguma coisa. Dengosas, porque quando nãoconseguem o que querem usam do artifício da fonte anônima parareceberem o mínimo do que queriam antes. 

Inclusive, soube que iriam fazer uma festa em comemoração ao prêmio.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Jornalista, ele começou na blogosfera como muitos, após ser demitido. Cláudio Nunes viu que dava para reportar sem estar preso a uma redação.

Após entrevistar os jornalistas Susane Vidal, Fredson Navarro (jornalistas em Sergipe) e David Coimbra (jornalista no Rio Grande do Sul), o Isca do Jornalista entrevista com o jornalista Cláudio Nunes.
Polêmico, ele conta como desde de 2006 atualiza seu espaço na internet.

1 - Como surgiu a ideia de criar um blog?
Em 2006, após ser demitido pela primeira vez na minha carreia profissional, no Jornal do Dia, onde a coluna que escrevi estava repercutindo mais do que a coluna que deveria ser a “principal”. Passei por vários jornais e a TV Sergipe e pedi demissão de todos. Neste período ainda estava no comando da assessoria da Câmara de Aracaju e o jornalista Ivan Valença fez o convite para iniciar o blog na Infonet. Pensei um pouco e vi que pelo menos lá não sofreria censura ou teria um texto retirado da coluna. Comecei em 15 de maio de 2006 e o sucesso foi tanto, principalmente durante a campanha eleitoral, onde vários veículos não noticiavam alguns assuntos políticos, que em dezembro lancei um livro com os melhores textos do ano. De lá para cá recebi convite para retornar para um jornal diário, mas recusei. Se retornar a um jornal diário não abrirei mão do blog. Nestes cinco anos na Infonet nunca sofri qualquer tipo de censura.

2 - Você vive do blog?
Há dois anos abri mão de trabalhar em assessorias de comunicação. A última foi a da Câmara de Aracaju. Sempre recebo convites para assumir cargos, mas optei pelo fortalecimento do blog na Infonet, já que, mesmo com o sacrifício profissional, o retorno financeiro é satisfatório. Passei bom tempo da minha carreira a maioria dos anos trabalhando em três locais. Era uma correria diária com o sacrifício da família (as vezes só via os filhos aos finais de semana). Consegui conquistar o espaço com muita luta e trabalho. Tenho uma pessoa para selecionar os e-mails que recebo (são muitos diariamente). Essa filtragem ajuda muito no trabalho final. Tenho um compromisso profissional em Salvador, desde 2010, numa grande agência de publicidade. A vantagem da Internet ajuda muito no trabalho. Você escreve e atualiza o blog de qualquer local. Começo a escrever no final da tarde. Pela manhã, logo cedo, às 4hs, dou uma lida nos principais jornais do país e faço a atualização da coluna. Se demorar para inserir a coluna na rede recebo, por e-mail, reclamação de alguns leitores.

3 - Você já trabalhou em diversos meios de comunicação, o que difere do seu trabalho no blog?
Sem duvida nenhuma a interação com o leitor. Tem leitor que “conversa” diariamente através de e-mail. Sugere, envia textos e critica quando não falo de determinado assunto. A cobrança do leitor é diária. Quando comecei abrir logo o espaço “Do Leitor”, acho que foi importante para aumentar a interação. Não é como o jornal, que em outro dia ninguém fala mais nada. Na Internet muitas vezes algo que escrevi há uma semana continua repercutindo entre os leitores. Nada supera a Internet na área de disseminação de conhecimento e interação.

4 - Notícias com comentários já lhe renderam algum problema?
Por conta da divulgação e análise da Operação Navalha foram muitos processos. Ainda bem que ganhei a maioria, mas quando você perde, quando mexe no bolso é complicado. Por conta do espaço “Do Leitor”, tive alguns processos judiciais porque assumi a responsabilidade dos textos. Não posso quebrar essa fidelidade com o leitor que é minha principal “fonte” de informação. Mas nada fará que mude o perfil do blog:
interação constante, transparência e total abertura do espaço.

5 - Qual sua inspiração ao produzir diariamente o blog?
Não é apenas o compromisso com o leitor. Tem uma frase de Confúcio que resume o meu trabalho que fiz questão de citar no meu livro: “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida”. Não encaro acordar logo cedo, de madrugada, dá uma lida nas noticiais dos principais jornais do país e depois botar o blog na rede como trabalho. Sempre deixo claro para os leitores que é um blog opinativo. É a opinião minha dos diversos fatos, principalmente políticos, que acontecem em Sergipe. No final de 2006, no lançamento do livro, vendi cerca de 300 livros no dia. O gratificante foi que lá estavam dezenas de pessoas que não conhecia. Eram leitores de todas as faixas de idade. Isso faz manter não só a inspiração, mas a certeza que estou no caminho certo.

6 - Na novela da Globo: Insensato Coração, havia um personagem de Cássio Gabus, que era jornalista blogueiro, você se viu no personagem?
Não, raramente assisto alguma novela, não apenas pelo tempo, mas porque opto pela leitura. A última que assisti alguns capítulos, principalmente pelas imagens de Sergipe, foi Cordel Encantado.
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