segunda-feira, 18 de julho de 2011

Para quem acha o Honda Civic, Accord, CR-V entre outros uns aviões, vai gostar de saber que a fabricante japonesa entrou no mercado de jatos executivos. Aviões mesmo.

A primeira aeronave será o Hondajet. Com capacidade para seis passageiros o novo avião é um luxo daqueles.

Mas se os carrões chegam e ultrapassam os R$ 100 mil, o avião será pela "pequena" quantia de US$ 4,5 milhões. Tem esse dinheiro, ou pode parcelar (rindo com as parcelas)? Reserve o seu.

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O jornalista Cleomar Brandi sempre será lembrado pelo seu espírito de luta e pelo seu bom humor. Em vida, tirava sarro de seu infortúnio e convidava os amigos para alegrias. Fez das palavras uma mina de ouro. Sua última crônica, manteve-se humorado, esforçado e generoso. Como uma pessoa que não gosta de dar trabalho a ninguém, não se fez de rogado e pagou antecipado a bebida final: a saideira.

Confira a última crônica de Cleomar Brandi

A última saideira


“Um dia, uma noite, algum boêmio sempre pede a saideira e os garçons nunca gostam dessa história. Mas, o certo, é que sempre chega a hora da última saideira. Dessa vez, chegou minha hora, meu último gole.


Eu, pessoalmente, não diria que estou indo contrariado. A hora e a vez de Matagra. Afinal de contas, soube beber com sede de aprendiz o melhor que havia na taça que a vida me ofertou. Uma taça lavrada, rescendendo a conhaque.

Nadei nas águas mornas de Arembepe, conheci Raulzito quando ele ainda se juntava aos seus panteras, com Thildo Gama e outros, vi Caetano, Moraes Moreira, Pepeu no encontro de trios, enquanto o poeta apontava com a mão a Baía de Todos os Santos. Arpoei caramuru, tirei polvo da toca, garanti as moquecas da minha adolescência, fui recordista de natação, ungido por Oxalá.


Fui bom de porrada, fiz meu nome nas turmas de rua do Lago dos Aflitso, joguei futebol e, nos babas, ganhei o apelido de “Leonam” onde sou conhecido assim até hoje. Fui batizado nos puteiros da Ladeira da Montanha, conheci Mestre Pastinha e Mestre Bimba, vi meu “Bahêêêa” ganhar para o escrete do Santos e Waldemar Santana encher Hélio Gracie de porrada.


Conheci os mistérios dos becos e ladeiras da velha Salvador, fui amigo de Cid Teixeira, Capinam, Guido Guerra e Luis Orlando, encarei dois anos de internamento no Hospital das Clínicas, tive febres diárias, colecionei escaras coloridas, vibrantes e sangrentas, decepcionei laudos médicos, busquei o tempo que eu queria da minha vida.


Um dia, uma brisa morna me carregou para o colo da bela Aracaju, onde eu soube ser feliz, no tempo que me restava. Aqui, bebi os melhores conhaques da minha vida, amanheci nas libações madrugadoras com o amigo-irmão José Eduardo Sousa, soube ouvir o violão de Pantera, a melodia de Paulo Lobo, o blues de Soyan, as conversas de Mariano e Bel nas andanças do Imbuaça. Aqui, plantei amigos, colhi irmãos, como o grande parceiro Gilson Sousa. Aqui, ouvi a melodia do Cataluzes, comi o melhor pirão de caranguejo do Pastelão, me fartei dos mistérios culinários da cozinha de Camilo.


Nessa terra, amei mulheres que reverencio até hoje. Fiz poemas para algumas, embriaguei-me com outras. Como esquecer do sorriso de Arlinda, que ganhou o mundo e acabou na Sorbonne? Como esquecer do sorriso sacana de Ana Paula? E os finais de tarde no Mosqueiro? E o chiado da tainha na frigideira do Bar de Nem? E a amizade terna da turma do JORNAL DA CIDADE e da Aperipê TV.


Como esquecer da lealdade de meus irmãos a vida inteira? E de Christina Brandi, cunhada que se tornou irmã? E da cumplicidade do irmão Chico Neto, que trilhou a vida inteira os caminhos do bom jornalismo, ético e honesto?


Um dia, o velho barril de carvalho pinga sua última gota de conhaque. E o poeta se despede de tudo, sem tristezas nem vexames. Apenas sabendo que cumpriu seu papel com dignidade, com honestidade e com um brilho de crianças nos olhos.


Quem sabe, eu encontre o amarelo dos girassóis nesse novo caminho?


PS: Os amigos estão convidados para a última saideira no Bar do Camilo, assim que terminar o sepultamento. Já está pago.”

domingo, 17 de julho de 2011

Escrevo hoje com muita dor. Se escrevo razoavelmente, em muito devo a Cleomar Brandi, que faleceu na tarde deste domingo, 17, no hospital Primavera em Aracaju.

Pessoalmente, conheci o Cléo no final do curso de jornalismo, final de 2008. Mas as suas histórias, conheço desde que cheguei a Sergipe. Da mesma região da Bahia, nos demos muito bem, pelo menos ele me contratou para trabalhar como estagiário na Aperipê TV.

A vaga que conquistei na TV, na verdade era uma forma de conhece-lo melhor, pois iria escrever sobre o mestre no Trabalho de Conclusão de Curso ao lado dos colegas Eron Ribeiro e Raíssa.

O que conheci sobre o Cléo da para escrever uns três livros. O que aprendi com ele muito mais.

Um homem na cadeira de roda que dirigia e não se entregava às dores. Dores que ele suporta desde a juventude. Além de driblar as dores, ele fazia magia com as palavras, escrevendo ou falando.

Leia a homenagem de Raquel Almeida

Leia a homenagem de Raíssa Cruz

Com seus textos regados a whisky, Cleomar não ensinou apenas a lutar pela vida, verdade e honestidade, ele ensinou também a como vencer essas lutas. Quem o conheceu não tem desculpas para dizer que não sabia fazer.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Uma viagem de pescaria de dois amigos ganhou contornos dramáticos quando um deles fisgou um tubarão e lutou com o animal dentro da água, segurando-o pelo rabo. A reportagem da BBC Brasil.






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terça-feira, 5 de julho de 2011

Com as câmeras fotográficas cada vez menores, as pessoas passaram se auto fotografar. Agora, os macacos entraram na onda, pelo menos uma na ilha de Sulawesi, na Indonésia.

Uma macaca da espécie nigra roubou a máquina do fotógrafo David Slater e começou a sua seção fotográfica.

E pelas imagens tiradas, ela leva jeito para coisa. Tira fotos melhor que alguns fotógrafos amadores. Taí o Orkut e Facebook que não me deixam mentir.

O jornal O Globo publicou um fato no mínimo curioso. Um ladrão foi roubar uma agência de empregos, como estava cansado da atual forma de ganhar dinheiro, deixou um bilhete pedindo emprego.

O caso ocorreu no último dia 28 em Americana, SP.

"Vou levar só os notbooks. Deixo os computadores, mas, por favor, arrumem um emprego pra mim. To cansado de roubar", disse em seu 'currículo'.



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