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sexta-feira, 19 de julho de 2013

"Eric Arthur Blair (Motihari, 25 de Junho de 19031 – Londres, 21 de Janeiro de 1950), mais conhecido pelo pseudônimo George Orwell, foi um escritor e jornalista inglês. Sua obra é marcada por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita", é o que diz o Wikipédia sobre George Orwell.

Este cara determinou seis regras para a boa escrita. Confira!

1. Não use uma palavra longa se uma curta resolve.

2. Se der para tirar alguma palavra, tira.

3. Não use a voz passiva quando der pra usar a ativa.

4. Nunca use figuras de linguagem que você esteja acostumado a ler por aí. Elas viraram lugar-comum. Perderam a graça.

5. Não use um jargão quando você puder imaginar uma palavra do dia a dia. 
6. Quebre qualquer uma dessas regras antes de escrever algo que soe tosco

terça-feira, 23 de agosto de 2011


Semana passada passei alguns dias indo a médicos. Uma inflamação na garganta me deixou cara a cara com os doutores e seus diagnósticos previsíveis.

Em um dos clínicos, enquanto aguardava o atendimento, li na edição do dia 20 de julho de 2011 da revista Veja sete dicas para ser um paciente eficiente.

Aqui em Aracaju, seja pelo SUS ou por convênio particular, o paciente tem que ser muito paciente para ser eficiente. A demora no atendimento e a qualidade da mesma ainda deixa a desejar.

1 - Não vá ao consultório com um diagnóstico definido. O médico fica irritado por que estudou mais de cinco anos, ou deveria, para na hora da consulta o paciente já saber o que tem. Deixe-o analisar suas dores.

2 - Vá direto ao ponto. Não precisa narrar como você ficou doente desde que seu tataravô morreu. Diz o logo que sente.

3 - Seja um acompanhante participativo, mas sem exageros. Não precisa ficar contando piadas para o médico enquanto ele avalia seu parceiro.

4 - Leve apenas os exames mais recentes. Se não perderam a validade, os antigos são desnecessários pelo fato de haver exame mais atual, que é o que importa.

5 - Tenha uma lista de seus remédios. Nesse ponto eu peco. São tantos remédios e ainda podendo usar os genéricos que fico voando quanto às fórmulas, levar a receita médica ajuda.

6 - Seja claro ao descrever um sintoma. Desde quando a sua dor é a pior do mundo?

7 - Não saia da consulta com dúvidas.
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