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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014


- O senhor é o deputado Fulano?

- Sim! (Responde desconfiado)

- Então o senhor pode explicar aquele dinheiro da educação na sua conta?

- Veja bem, como é o seu nome mesmo?

- Fernando Santos

- Olha, nome de dois grandes presidentes, se bem que um foi caçado de forma que ninguém prova as acusações.

- Espera aí? O senhor está mim dizendo que não se tem provas contra o Collor?

- Sim, tem provas contra o pessoal dele, contra ele eu ainda não vi

- Mas e o senhor? Tem provas de sua inocência quanto a pergunta inicial?

- Qual era a pergunta mesmo?

- Como o dinheiro da educação foi parar na sua conta?

- Desculpa amigo, mas o atendente está mim chamando (aliviado)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

- Bom dia meu amigo!

- Bom dia! Só não entendi o meu amigo? Te conheço de onde?

- Eu sou desta rua, moro naquela casa ali ó.

- Engraçado, moro aqui há cinco anos e nunca o vi nesta rua.

- É que trabalho muito de dia e a noite faço alguns trabalhos na comunidade do Norte da cidade.

- Oxente! Poderia fazer uns trabalhos comunitários aqui. Tantos adolescentes sem o que fazer.

- É que eu comecei por lá e preferi manter o trabalho.

- E que trabalho é esse?

- Bom, trabalho como servidor público

- Perguntei o sobre o trabalho comunitário que o senhor faz na Zona Norte.

- Ah bom! Éééé

- É o que?

- Peraí, esqueci o nome

- Como assim esqueceu o nome do trabalho?

- Trabalho com reciclagem

- Reciclagem né?

- Isso

- Eu não vou votar no senhor não!

- Como o senhor sabe que sou candidato? E por que não vai votar na minha pessoa?

- Eu sei que o senhor não mora aqui, mora na Zona Norte. Sei que o seu trabalho de reciclagem não é comunitário, pois cata latinhas para ganhar dinheiro.

- O senhor me julga pelo que faço e por que tantas perguntas?

- Foi uma oportunidade que dei para o senhor mostrar que é diferente dos outros, mas com tantas mentiras não fará a tal mudança de seu slogan de campanha. Agora, me dê licença, preciso me recompor para testar outro colega seu, que já está na sua suposta casa, falando com o meu pai.

domingo, 30 de outubro de 2011

Uma coisa pode se dizer do Seminário Esportivo: nada de novidade. Mas quem esteve em um dos auditórios do Real Praia Hotel, na Orla de Atalaia, Zona Sul de Aracaju, percebeu que alguns dirigentes anotava o que se dizia. No final a justificativa: não sabia disso.
Ou seja, não era novidade para imprensa e dirigentes de Aracaju, mas foi esclarecedor para algumas pessoas. O que por si só já é suficiente para parabenizar a Federação Sergipana de Futebol.
De qualquer forma, o que o futebol sergipano precisa é de bons jogadores, que sejam capazes de decidir uma partida. Quando um clube montar um bom time com bons jogadores: estádio lota, renda aumenta e torcida por este clube cresce.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


Não é só devoção que se vê em festas religiosas. No dia de Corpus Christi um fenômeno social deu as caras: a política. Até porque o ano seguinte é de eleições. É então que os hereges da fé se tornam pastores a caminho do céu.

O problema é que pra chegar ao céu das maracutaias tem que passar pelo inferno da pobreza. O candidato a político tem que dar esmolas! Por que se não abrir o bolso em plena festa cristã no mínimo vai perder votos.

Para que o pior não aconteça, principalmente com emissoras de TV do lado, o astuto abre o bolso e solta à grana. Só aí ele percebe que não tem trocado. Com um senso social de divisão de lucros, o polido não da à nota de R$ 20 (vinte reais) a uma pessoa. Ele manda seu assessor trocar.

E pra evitar qualquer constrangimento, caso o vendedor de água não tenha mais troco, ele resolve trocar de imediato mais de R$ 300 (trezentos reais) em nota de cinco reais. E assim todos ficam felizes. O político faz sua boa ação, e um número maior de desesperados leva sua participação da riqueza do país, ou vocês acham que esse dinheiro é dele?

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O deputado federal Paulo Wagner, apresentador do programa “Alô, Meu Povo” na SIM TV, afiliada da Rede TV! no Rio Grande do Norte, recebeu a banda de reggae Rastafeeling. Gostou tanto que dançou com a banda. Só acho que ele estava dançando o créu e não reggae.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

- O senhor é o deputado Fulano?
- Sim! (Responde desconfiado)
- Então o senhor pode explicar aquele dinheiro da educação na sua conta?
- Veja bem, como é o seu nome mesmo?
- Fernando Santos
- Olha, nome de dois grandes presidentes, se bem que um foi caçado de forma que ninguém prova as acusações.
- Espera aí? O senhor está mim dizendo que não se tem provas contra o Collor?
- Sim, tem provas contra o pessoal dele, contra ele eu ainda não vi
- Mas e o senhor? Tem provas de sua inocência quanto a pergunta inicial?
- Qual era a pergunta mesmo?
- Como o dinheiro da educação foi parar na sua conta?
- Desculpa amigo, mas o atendente está mim chamando (aliviado)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O deputado federal Almeida Lima ameaça sair do PMDB, ele está insatisfeito com a direção do partido em Sergipe. Lendo isto o leitor e eu somos obrigados a imaginar em qual partido o ex-senador vai atuar. Antes, uma questão: Almeida está disposto a perder o mandato para fugir das brigas locais?
Se a resposta for sim, o Almeidinha não é mais o mesmo
Mas em qual partido ele se filiaria? Sendo o PMDB o partido mais dinâmico da história do país, e é a cara de Almeida. Nem de esquerda nem de direita, um partido de centro com pé nas duas direções.
A única opção é este partido novo que estão criando, mas com tanta gente grande em Sergipe nesta sigla não é vantajoso para ele este risco. O que ele pode fazer é criar um partido para chamar de seu. Assim, ele vai poder se candidatar ao cargo que quiser, sem ter que participar das manobras nacionais de aliança. Até para presidente.
Mas para ganhar uma coisa não muda para o deputado: as alianças. Já até imagino o slogan do PDAL (Partido Democrático Almeida Lima): A união faz a força!

domingo, 27 de fevereiro de 2011


Morreu na madrugada deste domingo o advogado e político Octávio Omar Cardoso, de 80 anos. Segundo a assessoria de imprensa do senador, a morte foi ocasionada por problemas cardíacos.

Natural de Rio Pardo, ele era casado com a senadora Ana Amélia Lemos (PP) há cerca de 20 anos, e vivia em Brasília. (Zero Hora)
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