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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Em 2016 existem três possibilidades para o futebol sergipano nos campeonatos nacionais:

  • Clássico sergipano entre Confiança e Estanciano na Série C; 
  • Confiança na serie B e Estanciano na C; 
  • Ou só o Confiança com série, pode ser C ou B. 

Estes cenários são hipotéticos, mas uma coisa se sabe: o Confiança não cai para a Série D. Mesmo só o mínimo acontecendo, a opção três, já reflete uma mudança significativa no futebol sergipano. Imagina a opção 2 virar realidade?

Até 2014, os times sergipanos entravam como azarões nos torneios nacionais. Agora, aos poucos, muda o cenário. O Estado já garantiu uma série em 2016 e pode ter três times disputando o Brasileirão.

Confiança venceu o Fortaleza / Foto GloboEsporte.com
Não é impossível! 

No Confiança, os torcedores mais exigentes podem até desconfiar do time, principalmente ao verem o primeiro tempo contra o Icasa, no último domingo, mas o Dragão já mostrou que não está muito distante dos rivais. Bateu o até então bicho papão, Fortaleza, e vai para reta final sem medos de fantasmas.

É só entrar no G4, pra não mais sair. Para isso só depende dele. Após a primeira fase, são dois jogos para definir se será terceira ou segunda divisão em 2016. Acredito que entrando no G-4, o Confiança sobe.

Para o Estanciano o cenário e um pouco mais árduo. Só depende dele para avançar, mas isso acontecerá na casa do rival. Na última rodada. Ainda assim, terá que enfrentar mais duas 'finais' na segunda e terceira fase, para definir se sobe. Tem time para vencer o Treze, perdeu o primeiro jogo em casa por detalhes de iniciante e esses detalhes parece que foram corrigidos.

Estanciano ignorou os times tradicionais no grupo A-4
O grande problema do Canarinho é a questão física. Os jogadores voam no primeiro tempo e é arrastado no segundo. Conta o Central vencia por 2 a 0 e tomou a virada nos minutos finais. Contra o Serrano só venceu porque o time baiano é muito fraco, perdeu pênalti e tudo e ainda assim levou pressão. É um ponto a ser corrigido. Mesmo assim, é bom ver o Estanciano jogar bem em um grupo considerado o da morte no início. É impossível não acreditar no acesso. O Canarinho deixou de ser o azarão.

 A torcida é para que os dois times subam e se isso acontecer, a pressão que já não é pequena, vai crescer ainda mais no Sergipe e no Itabaiana.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Três rodadas da Copa do Nordeste se passaram e o clima de euforia continua em Sergipe. E não é para menos. Os torcedores de Confiança Itabaiana têm motivos para isso. As duas equipes estão na zona de classificação e mais que isso: praticando bom futebol contra gigantes da Região.

O Confiança montou um ferrolho azul sob a regência de Nadélio Rocha. De todos os clubes, o time é o que melhor se comporta taticamente. Conta com as boas defesas de Fábio, e a boa marcação de Renê, Alexandre e Lismar. No ataque, usa os velocistas Da Silva e Diego Neves. Para ligar os setores, Paulinho Mossoró cumpre bem o papel de camisa 10.

No returno, a equipe da capital sergipana terá problemas. Paulinho Mossoró e Alexandre não devem jogar as duas próximas partidas. Um problemão para o esquema tático de Nadélio. Mas contra o Sousa não deve ser tão difícil conseguir mais seis pontos. O problema será contra Sport e o mordido Fortaleza.

Enquanto isso, o Itabaiana tenta sobreviver no grupo da morte. Orientados por Freitas Nascimento, a equipe mostra falhas de finalização, mas joga com frieza quando está sem a bola.

O destaque dos serranos é o atacante Thiago Furlan. Mas ele não joga sozinho. Tem a cadência do experiente Raulino, a velocidade e os cruzamentos precisos de Júnior e a boa defesa de Sérvulo.

A equipe não podia ter empatado contra o Ceará em casa. Sobrou para o ABC, única equipe que não atendeu até aqui as expectativas. Deve sair com outra vitória de Natal. A sorte será lançada no duelo com o Ceará, em Fortaleza, e Bahia, em casa.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também define-se o Jornalismo como a prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de Comunicação. Em uma sociedade moderna, os meios de comunicação tornaram-se os principais fornecedores de informação e opinião sobre assuntos públicos, mas o papel do jornalismo, juntamente com outras formas de mídia, está sofrendo modificações, decorrentes da expansão da Internet.
 
Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com um ou mais personagens envolvidos.


Inicio o post com duas definições retiradas do site Wilkipédia, para ser bem simplista na exposição a seguir.

Ainda estou sem entender a repercussão negativa que tomou a charge: ‘As velhas novidades do Confiança’, publicadas no Globoepsorte.com/se. A direção do Confiança e alguns de seus torcedores alegam que a publicação desrespeitou o clube, os jogadores e sua torcida.

Como membro da equipe do Globoesporte.com posso garantir a todos que não houve nenhuma intenção em denegrir ninguém. A ideia era mostrar, de forma descontraída, o que os torcedores do Confiança achavam dos reforços anunciados. As falas foram retiradas na comunidade da referida torcida no site Facebook.com.

A publicação seguiu todos os critérios jornalísticos, embora o conteúdo em si não seja, para mostrar que não era bem isso que o torcedor queria. Em nenhum momento dissemos que os jogadores, Valdson e Da Silva, não poderiam mostrar futebol de qualidade devido seu histórico.

Por tanto, a repercussão me gera interrogações. A gente sabia que esse tipo de publicação não iria agradar boa parte dos envolvidos. Mas não fazemos jornalismo para bajular equipe A, B ou o alfabeto todo. A força propulsora de nossa atividade são os fatos. E é fato, inegável, que o torcedor não gostou. Foi isso que eles expuseram nas redes sociais e foi isso que a publicação passou.

Se o repúdio emitido pelo clube me causa estranheza, a surpresa foi maior ainda vindo de um presidente que é formado em jornalismo. Todos têm o direito de expor suas queixas, é um direto constitucional do brasileiro e o jornalista deve investir que esse direito não seja apenas teórico.

Mas, tentar impedir que opiniões não sejam publicadas sobre a premissa de que isso não ajuda o futebol é no mínimo ridículo, para não dizer crime. Será que o Confiança repensou as contratações após a charge? Será que o jogador não irá surpreender o torcedor, pois ficou magoado com a publicação? Seria o papel da imprensa esconder uma insatisfação comprovada para evoluir o futebol local? Respondo com uma palavra: não.

É fato, também, que o Confiança é o clube mais organizado de Sergipe. Assim sendo, torna-se desnecessário a tempestade em copo de água.

Não gostou da publicação? Exponha! Tem direito a isso. Agora, tentar amordaçar, pelo pretexto de que determinado tipo de prática jornalística não contribui é realmente repugnante. Só para lembrar, não estamos na ditadura.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Em 2009, fui cobrir pela Aperipê TV o jogo entre Sete de Junho e Confiança em Tobias Barreto. A partida era válida pela última rodada da primeira fase, e as duas equipes já estavam classificadas. O Brejeirão, fez justificar o seu nome e o jogo virou um aguaceiro só. Como era a última partida, a FSF mandou completar o jogo. Sobrou para os jogadores pelo susto dos raios e para os jornalistas, que toda hora levavam choque. Confira!



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